sexta-feira, 11 de abril de 2014

Mas, moço, as coisas que a gente carrega no peito, ninguém consegue explicar não.

quarta-feira, 5 de março de 2014

E a gente não tem mais nada pra fazer a não ser dizer que tá tudo bem. Porque vai passar, passa. Só que antes de passar maltrata. E, entenda, a pior dor é aquela que ninguém vê.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Muita coisa é resolvida em um simples abraço. Dentro dele o mundo fica mais seguro e bonito. Com ele surge a esperança e o encontro. O abraço protege, ampara, vibra, renova, acalma. O abraço manda embora as mágoas, angústias e falhas. E faz a vida ficar muito mais leve.

domingo, 13 de outubro de 2013

E eu chorei... Chorei por horas... Na tentativa de aliviar tamanha dor, que insistia em latejar internamente. Mas de nada adiantou. Pois é uma dor que adormece, mas não se desfaz. Uma dor que machuca, mas não cicatriza. Uma dor causada pela ausência daqueles que partiram. Uma dor chamada saudade. E não importa: a saudade arde. Mas serve para nos mostrar como o outro é importante. Serve para mostrar como pequenas coisas fazem falta. A saudade faz a gente prestar mais atenção no outro. E, principalmente, a saudade mostra o que é de verdade. 
 
 
Feliz aniversário ♥

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

"Depois de um tempo, descobri mesmo o que era dor. Dor não era apanhar de desmaiar. Não era cortar o pé com caco de vidro e levar pontos na farmácia. Dor era aquilo, que doía o coração todinho, que a gente tinha que morrer com ela… Sem poder contar para ninguém."                                       =/

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

"Estou bem, só que não tenho apetite. […] Meus nervos costumam me dominar, especialmente aos domingos; é quando me sinto péssima. A atmosfera é sufocante e pesada como chumbo. Lá fora não se ouve um pássaro, e um silêncio mortal e opressivo paira sobre a casa e se gruda em mim, como se fosse me arrastar para as regiões mais profundas dos abismos subterrâneos. Ando de cômodo em cômodo, subo e desço escadas e me sinto um pássaro de asas cortadas, que fica se atirando contra as barras da gaiola. “Me deixem sair para onde existem ar puro e risos!”, grita uma voz dentro de mim. Nem mesmo me incomodo mais em responder, só fico deitada no divã. O sono faz o silêncio e o medo terrível irem embora mais depressa, ajuda a passar o tempo, já que é impossível matá-lo."

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Tenho tentado me estressar menos, sorrir mais. Carregar menos o mundo nas costas, dormir em paz. Me esforço para tirar a tensão dos ombros, relaxar completamente..mas..